Um Lugar Comunidade

Séries de Estudos

Sermões e estudos com passagens, livros e referências extraídas automaticamente.

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Conceitos
Bocas do Eterno

Bocas do Eterno

O que significa ser um profeta? Muito além da imagem popular de alguém que prevê o futuro, o profetismo bíblico revela homens e mulheres chamados a enxergar a realidade com os olhos de Deus e a anunciar, com coragem, uma palavra que tanto confronta quanto consola. Nesta série, vamos percorrer as raízes do profetismo desde Abraão e Moisés, mergulhar no coração emocional de Deus que os profetas carregam (o pathos divino), entender como eles não adivinham o amanhã mas ousam imaginar um futuro diferente do presente estabelecido, contemplar Jesus como a plenitude dessa tradição profética, e concluir reconhecendo que, no fim, toda mensagem profética se resume a uma só coisa: o chamado a viver com justiça, cuidado pelo próximo e uma identidade marcada pelo amor de Deus. Texto base: Êxodo 4:15-16, 7:1-2

5 estudos
As Cartas de João

As Cartas de João

4 estudos
Efésios

Efésios

5 estudos
Gálatas

Gálatas

5 estudos
A Semana Que Mudou A História

A Semana Que Mudou A História

8 estudos
Feminilidade Bíblica

Feminilidade Bíblica

6 estudos
Mais Forte do Que Nunca

Mais Forte do Que Nunca

8 estudos
O Jardineiro que tinha fé

O Jardineiro que tinha fé

2 estudos
Jesus Para Todos

Jesus Para Todos

7 estudos
em nome do meu deus

em nome do meu deus

5 estudos
A Bíblia

A Bíblia

6 estudos
Ahavah

Ahavah

6 estudos
Que amor é esse?

Que amor é esse?

4 estudos
Tudo Sobre Ele

Tudo Sobre Ele

Uma série de estudos bíblicos gravados em formato de podcast, pensados para aprofundar nossa compreensão da Bíblia — seu conteúdo, suas histórias e o contexto por trás do livro que fundamenta a nossa fé. Ao longo dos episódios, vamos explorar as Escrituras com um olhar atento e acessível, entendendo como a nossa Comunidade lê, interpreta e vive a mensagem bíblica.

33 estudos
Graça

Graça

18 estudos
O Bom Pastor

O Bom Pastor

Uma das imagens mais clássicas e tradicionais do meio religioso é Deus como um pastor de ovelhas. Profetas e poetas do Antigo Testamento trabalharam essa imagem. O próprio Jesus aplica o conceito do “bom pastor” a si mesmo e a seu ministério. Essa imagem confortou multidões ao longo do tempo. Em uma jornada espiritual, vamos percorrer os diversos elementos do Salmo 23 e como eles aparecem no texto bíblico em diferentes momentos. Nesse processo, um dos objetivos é construir uma imagem que tranquiliza e acalma a respeito de Deus, nosso Pastor. Outro objetivo é pensar no que essa imagem ensina a cerca de nós, rebanho do Pastor. Texto base: Salmo 23

6 estudos
Arrependimento e Reparação

Arrependimento e Reparação

Todos nós, em algum tempo e lugar, já fomos machucados. Temos várias histórias sobre quando e onde fomos machucados – por pessoas, instituições ou sistemas. Às vezes, conseguimos nos curar, mesmo com cicatrizes; às vezes, a dor ainda nos impede de prosseguir. Às vezes, as cicatrizes ainda doem de vez em quando. Nem sempre conseguimos continuar como antes e, infelizmente, algumas lesões podem ter nos impedido até de viver como antes, causando danos imensuráveis e até mesmo irreparáveis – a nós próprios, às nossas famílias, às nossas comunidades ou ao nosso património. Também somos todos espectadores do mal. Lemos sobre gente machucada (física e emocionalmente) nas notícias, debatemos sobre casos nas redes sociais e testemunhamos estruturas sociais que não cumprem ideais de equidade, respeito e justiça. Só que, infelizmente, também ocupamos os papéis daqueles que machucam, em pequena escala ou grande escala, nas relações pessoais, como membros de comunidades de fé, de instituições e como cidadãos. Portanto, é fundamental que todos nós pensemos no trabalho de arrependimento, responsabilidade e transformação. Texto base: 2 Coríntios 5:18-21

7 estudos
Vida Abundante

Vida Abundante

Sinopse Geral: Jesus disse, certa vez, que Ele veio para que tivéssemos vida e vida em abundância (João 10:10), isso porque Ele é a própria vida. Ele é a vida agora, antes da morte, e é a vida depois, ou seja, a ressurreição. Só que, de certa forma, parece que a maior parte de nós só pensa na segunda parte, após a morte. Vivemos aqui apenas com uma expectativa do porvir. Apáticos e, muitas vezes, tristes, vamos acumulando dias, meses e anos. Mas a vida com o Messias é cheia de intensidade. Pense em tudo que Ele viveu quando começou Seu ministério. Ele se entregou completamente a missão de espalhar Seu amor. Seu amor foi tão intenso, que Ele entregou Sua própria vida. Essa é a tensão da vida abundante vivida e oferecida por Cristo! Como seguidores de Jesus Cristo, é possível experimentar essa vida? Texto base: João 10

8 estudos
Adamah: uma teologia da natureza

Adamah: uma teologia da natureza

Sinopse Geral: É inegável que estamos todos experimentando um momento clímax da relação do ser humano com a natureza. Durante a pandemia, com cidades inteiras em quarentena, diminuição considerável da atividade humana de comércio, indústria e exploração, assistimos uma espécie de despertar da natureza. Até documentários a esse respeito foram produzidos. Parecia que, enfim, estávamos entendendo que era uma necessidade urgente diminuir nosso impacto no meio-ambiente. Entretanto, com a vacina e a aparente contenção do coronavírus, tudo voltou ao normal, ou seja, o uso e abuso irrefreado da terra, do solo, das árvores, dos animais. No Brasil e no mundo isso já trouxe consequências drásticas imediatas: enchentes massivas, aumento notável da temperatura dos mares e da terra, etc. Infelizmente, parte disso é fruto de uma visão de que a Bíblia nos autoriza a “dominarmos e sujeitarmos” a terra, de que a terra, os animais e a natureza são coisas e, portanto, são apenas objetos para usufruto de todos nós, sujeitos. Mas... e se a Bíblia não disse o que muitos disseram que ela disse sobre a natureza? E se a Bíblia, de fato, fosse um livro com uma visão muito mais profunda e personalista da terra, dos animais e do meio-ambiente? Texto base: Gênesis 1:26-28

7 estudos
Veredas

Veredas

VEREDAS: REFLEXÕES SOBRE O QUE REALMENTE IMPORTA Sinopse Geral: O que é ser uma pessoa boa? O que significa viver bem? O que você considera certo, bom e verdade? O que consome a nossa atenção, o nosso tempo e as nossas prioridades? Como as principais tradições religiosas respondem a essa pergunta? O que nos dá profundidade? O que nos distrai de enxergar as coisas que são realmente importantes? O que significa habitar esse planeta? Muitas pessoas dizem que viver bem significa viver feliz. Uma vida plena seria então uma vida feliz. Felicidade é o mesmo que prazer? Jesus era feliz? Quantas vezes ele aparece feliz ou sério nos evangelhos? Se ele foi somente um mártir, então não importa muito como escolhemos viver. Mas se ele nos apresentou uma maneira de viver o reino o que isso significaria para nós? Quando fazemos essas perguntas percebemos que a felicidade pode ser muito difusa, instável para nos sustentar. Obs: série baseada livremente em dois livros: 1) “Sobre a Vida e o Viver” de Miroslav Volf, Matthew Croasmun, Ryan McAnnally-Linz; 2) “Grande Sertão: Veredas”, de Guimarães Rosa

8 estudos
Um Deus em forma humana

Um Deus em forma humana

Sinopse Geral: A linguagem é limitante. A maneira como descrevemos o mundo ao nosso redor é restrita aos vocábulos que conhecemos e que sabemos usar. Muito por isso, nosso vocabulário para falar de Deus é também um exercício de incompletude. Usamos palavras complexas, mas que são parciais e incompletas. Usamos termos bonitos e que aparentam profundidade para esconder a restrição linguística para explicar Deus. Teólogos usam ideias como “onipotência”, “onisciência” e “onipresença” para falar de um Deus completamente transcendente que sabe de tudo, está em todo lugar e pode qualquer coisa. Essas palavras, e as ideias contidas nelas, não estão erradas, mas nos aprisionam e nos fazem perder de vista a experiência de ler o texto bíblico e ficar boquiabertos com a maneira como os autores apresentaram a divindade. A proposta dessa série é passear pelas narrativas mais antropomórficas de Deus no Antigo Testamento e usar essas passagens como um ponto de partida para construir ideias sobre Deus. Talvez, trilhar o caminho de um Deus mais humanizado possa nos levar a uma transformação como indivíduos e como comunidade. Texto base: Êxodo 3:14

7 estudos
A ARTE DA IMPERFEIÇÃO

A ARTE DA IMPERFEIÇÃO

Sinopse Geral: Medimos nosso valor pelo que fazemos ou pela imagem que construímos. Parece ser necessário uma enormidade de coisas para que nos vejamos como pessoas de valor: um bom emprego, uma boa família, boa saúde, bons relacionamentos, casamento feliz, filhos em boas escolas, recursos para viajar, status nas redes sociais, religião legal, entre outros. Tudo é usado para medir nosso valor, tanto para nós mesmos, quanto perante os outros. No entanto, nosso valor não depende de pré-requisitos, de padrões predefinidos ou mesmo da opinião alheia. Você é digno de amor e acolhimento, independentemente de qualquer “se”, “quando” ou “como”. Seu valor está no que Ele vê.

5 estudos
Visões de Deus

Visões de Deus

Deus revelou-se de muitas maneiras ao longo da história. Nos relatos da Bíblia, Deus, Todo-Poderoso, escolheu revelar-se de inúmeras formas para inúmeras pessoas, inclusive por meio de Seu filho, Jesus Cristo. Essas revelações de Deus carregam entre si similaridades e diferenças interessantes. Entretanto, o aspecto mais importante é justamente que Ele se revela. Deus escolhe aparecer e ser visto, falar e ser ouvido, encarnar e ser tocado. Essa realidade sobre Deus sempre O aproxima de nós. Texto base: Hebreus 1:1-4

8 estudos
A Moabita

A Moabita

O livro Rute é pequeno e narra a história de uma parte da família do futuro rei David. No entanto, narrativa é cheia de pequenos e sutis detalhes que a tornam complexa. Rute, uma moabita que fica viúva, une-se à sua sogra numa jornada por sobrevivência. Em uma época complexa da história, no período dos juízes, o livro de Rute apresenta uma história recheada de nuances, sendo a principal delas, como uma moabita passa a fazer parte não só do povo, mas da genealogia real mais importante da Bíblia. Texto base: Rute 1-4

3 estudos
Excluídos Incluídos

Excluídos Incluídos

Excluídos Incluídos Sinopse Geral: A eleição de Abraão e Sara e de sua descendência é um tema, muitas vezes, mal compreendido. O texto de Gênesis 12:1-3 esclarece que essa eleição não era para fazê-los melhores, ou porque eram melhores. A eleição tinha o propósito de fazer deles um canal de benção para toda a humanidade. A exclusividade da eleição, entretanto, confunde não só nossa visão hoje, como confundiu a visão dos próprios escolhidos. Enquanto os escolhidos sentiam-se exclusivos em seu relacionamento com Deus, esqueciam que seu chamado era para serem radicalmente inclusivos com todas as nações da terra. Ou seja, a eleição de Israel não tinha nada a ver com suas características intrínsecas, mas com a graça divina que deveria alcançar todas as nações e pessoas do mundo. Por isso, a narrativa bíblica está concentrada em apresentar as lutas e dificuldades desse povo em cumprir o propósito divino. Em distintos lugares, o texto bíblico nos aponta gente de fora do povo israelita, gente estranha, estrangeira, que não era escolhida como Israel, expondo uma fé maior, um comportamento superior, um relacionamento com Deus mais fiel do que o relacionamento que aqueles de dentro, os escolhidos, mantinham com Deus. Na verdade, algumas vezes esses outsiders, esses excluídos, tornam-se tão parte do povo, tão incluídos, que não se percebe a diferença entre eles. Essas histórias, desses “excluídos incluídos”, magnifica a graça e a soberania divina. A ênfase é: a graça é maior que tudo e todos. Texto base: Efésios 2:11-22

6 estudos
Estudo da Bíblia | Comunidade

Estudo da Bíblia | Comunidade

15 estudos
O que não te falaram sobre o Cristianismo

O que não te falaram sobre o Cristianismo

Nós cristãos temos a tendência de transmitir a nossa história como a história do herói virtuoso ou da vítima inocente. Tentamos limpar todo e qualquer possível erro, individual ou coletivo, que tivermos cometido. Isso porque, quando desinfetamos as faltas da nossa história, estamos nos isentando nossa da responsabilidade e da nossa culpa. Contudo, diferente do que fazemos, a Bíblia não esconde os erros. Por meio de suas histórias mostra-nos as falhas do povo de Deus. Revela os pontos altos e baixos de cada situação, de cada personagem e do povo como um todo. No momento em que justificamos o que fizemos, inclusive em nome da religião, na medida em que procuramos outro culpado que não nós mesmos, estamos nos colocando em um espaço que não nos pertence. Essa posição de superioridade, essa postura de guardiões da moral e do que é correto no mundo nunca foi e nunca deveria ser o nosso lugar. No entanto, quando acessamos a nossa história e reconhecemos os nossos erros temos a chance de aprender e não repeti-los. Como cristãos é preciso construirmos uma vida que reflita Jesus Cristo e os seus ensinos. Texto base: Mateus 23:15

3 estudos
EU SOU

EU SOU

Um tropo (do grego tropos, “direção”, “giro”) é uma figura de linguagem em que ocorre uma mudança de significado interna (pensamento) ou externa (palavra). Quando é externa, chamamos de perífrase. Quando é interna, chamamos de metáfora. A metáfora toma, geralmente, a palavra como unidade básica de referência e ela é, resumidamente, uma figura de linguagem baseada na semelhança. Ou seja, basicamente, uma coisa se parece com a outra em alguma medida, ao ponto de poderem ser associadas. Como figura de linguagem, a metáfora é uma espécie de deslocamento do sentido de uma palavra e, ao mesmo tempo, sua extensão. A explicação da metáfora é fundamentada em uma teoria de substituição de uma coisa por outra. Nesse sentido, ao falarmos de Deus, usamos metáforas. Aquele que se chama de EU SOU, apresenta-se ao longo do texto bíblico, ou é comparado, a uma variedade de outras palavras. Deus é pai, rei, guerreiro, jardineiro, leão, águia, ancião de dias, etc. Todas são figuras de linguagens baseadas em semelhança, ou seja, metáforas para descrever um ser que está para além de toda e qualquer palavra ou linguagem. Por isso, numa série dividida em algumas partes, vamos estudar diversas metáforas utilizadas para se referir ao grande EU SOU. Texto base: Êxodo 3:13-15

3 estudos
O Fim da Memória

O Fim da Memória

A Bíblia é recheada de convites a nos lembrarmos de coisas. Algumas dessas ordens de lembrança são de atrocidades feitas contra o povo de Deus. Por exemplo: Israel deve lembrar que foi escravizado pelos egípcios; Israel também deve lembrar que os amalequitas lhes atacaram violentamente pela retaguarda em um momento de vulnerabilidade. Cristo também pede que seus discípulos lembrem de sua morte violenta na cruz. Mas até que ponto lembrar de situações em que o mal nos foi feito é benéfico para cumprirmos a ordem de amarmos nossos inimigos e aqueles que nos perseguem? O que é preciso para que nos lembremos de alguma coisa péssima que nos aconteceu de uma maneira salutar, de modo a não revivermos o trauma? Como a memória de malfeitos contra nós pode nos levar a reconciliação com quem praticou tais ações? Texto base: 2 Coríntios 5:14-21

5 estudos
O Peixe e o Verme

O Peixe e o Verme

Em lares religiosos cristãos e judeus, a curta narrativa do livro de Jonas é conhecida e explorada. Quando crianças, ficamos perplexos de um ser humano ter sido engolido por um peixe. Quando crescemos, passamos horas discutindo as impossibilidades de isso ter acontecido. O que se perde nesse superfoco no peixe, é que há uma infinidade de nuances profundas num texto curto de quatro capítulos, inclusive que o grande animal aquático do início é contraposto por um verme no final. Ou seja, a abertura e o fechamento do pitoresco recorte da vida de um profeta se dá por intermédio do uso divino de animais. O uso dos animais está entre os recursos usados pelo narrador para jogar luz sobre algo maior que a narrativa de Jonas: a graça de Deus. Texto base: Jonas 1-4

4 estudos
Exclusão e Abraço

Exclusão e Abraço

A realidade da vida ao nosso redor nos apresenta uma realidade tensionada perturbadora. O simples fato de ser diferente de alguma forma, de ser “o outro”, passou a ser perigoso (sempre foi?) e até uma espécie de mal em si. Viver se tornou um embate entre uma série de intersecções complexas de identidade: raça, sexualidade, etnia, religião, posicionamento político. Sendo o ódio o maior gerador de engajamento, essas diversas camadas identitárias entram em colisão constante a partir de suas diferenças gritantes. Entretanto, como cristãos, deveríamos encontrar maneiras de falar que abordem o ódio do outro em busca de solução. Por isso é vital retornar a Bíblia, em específico ao à idéia de salvação como reconciliação. Mesmo nas nossas comunidades de fé, percebemos que a exclusão se tornou tão comum e corriqueira que distorce não só nossa percepção da realidade, como também nos leva a reagir com medo e raiva a todos aqueles que não são iguais a nós. As câmaras de eco ficam cada vez menores e mais restritas. Como cristãos, devemos não apenas buscar reconciliação com Deus, mas também com nosso próximo, incluindo nossos “inimigos”, dando o primeiro e perigoso passo de nos abrirmos para o amor ao próximo que excede o entendimento. Com isso em mente, o teólogo Miroslav Volf propõe a ideia do abraço como uma resposta ao problema da exclusão, dizendo que é preciso envolver nosso próximo, incluindo nossos “inimigos”, no mesmo abraço com o qual fomos abraçados por Deus. Texto base: 2 Coríntios 5:14-21. Palavras chave: Amor; amor ao próximo; amar inimigos; reconciliação

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Os Discípulos e o Reino

Os Discípulos e o Reino

Sinopse Geral: Nos Evangelhos, Jesus indicou diversas vezes como Ele esperava que fossem seus discípulos. Especialmente no famoso Sermão do Monte, encontramos um discurso recheado de ensinos sobre como um fiel discípulo deveria ser. No célebre sermão, Jesus indica primeiro quem eram esses discípulos (Mateus 5:3-16), depois como eles iriam obedecer a Lei (Mateus 5:17-48), como eles viveriam espiritualmente (Mateus 6:1-18), e como seria a convivência em comunidade (Mateus 6:19-7:27). Portanto, aqueles que se propõem a serem discípulos de Jesus, devem estudar, profundamente, o que Ele ensinou no Sermão do Monte. E mais do que estudar, os discípulos devem viver plenamente esses ensinos, pois o Reino do Messias começa com eles, aqui e agora, até que Ele volte. Texto base: Mateus 5-7

6 estudos
Temor e Tremor

Temor e Tremor

Entender que a verdadeira fé é um relacionamento com Deus passa por vencermos a nossa própria racionalidade em favor de uma confiança irrestrita, por vezes dolorosa. Por isso é necessário suplantar a crença de que a fé tem a ver com o que se crê e adentrarmos a profundidade de absorver uma enorme verdade: a fé tem liga ção direta com quem se crê, ou melhor, em quem se confia. Sim, porque a crença está carregada de nós mesmos, mas confiança está totalmente vinculada ao outro, no caso, Deus. Em temor e tremor, confiamos tudo nas mãos do Autor da nossa fé, na certeza de que nossa jornada é guiada por Ele.

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O Pecado da Certeza

O Pecado da Certeza

A certeza inabalável nas crenças corretas acaba por nos desviar do caminho de uma fé autêntica. Substituímos o caminho do relacionamento com Deus, por um emaranhado teológico construído por nosso próprio intelecto e, portanto, acabamos por fazê-Lo se encaixar na nossa racionalidade. Entretanto, Deus está para muito além dos nossos conceitos, mesmo aqueles que esboçamos no estudo constante da Bíblia. Deus não pode ser contido e explicado por nossa mente finita. Ou seja, ter as “crenças corretas” não é mesma coisa de ter fé. Quão certa é nossa fé? Será que nossa fé está realmente alicerçada em Deus ou está em nosso deus?

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